Gravidade,
Magnetismo,
Amor...
Estranhas forças de atração
Não podemos ver,
Apenas Sentir...
Como a brisa que nos afaga,
Como o calor que nos conforta...
Presunção humana medir o infinito?
Hipocrisia não pensar Deus?
Ciência,
Filosofia,
Religião,
Necessárias ou não?
Rabiscado po Paulo Henrique e Renan Albuquerque
terça-feira, 12 de julho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Dar não é fazer amor
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
'Que que cê acha amor?'.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado...
Luís Fernando Veríssimo
Tenho imensa estima por esse sujeito, como pode ser tão gênio?
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
'Que que cê acha amor?'.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado...
Luís Fernando Veríssimo
Tenho imensa estima por esse sujeito, como pode ser tão gênio?
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Parnasianos Modernos
Filmar a literatura
À medida que escrevemos o teatro,
Para interpretar a escultura
E moldar a pintura.
Pintemos a dança,
Sem deixarmos de dançar a música.
Vamos cantar a arte,
A arte pela arte!
À medida que escrevemos o teatro,
Para interpretar a escultura
E moldar a pintura.
Pintemos a dança,
Sem deixarmos de dançar a música.
Vamos cantar a arte,
A arte pela arte!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Ode a uma Flor
A memória do futuro
Temos de construir agora.
Se viver não tem sentido,
Mergulhe nos amores.
Encontrei uma flor,
Faço dela minha razão de existir.
Deixei-a brilhar
E ela sorriu para mim.
Enquanto não me faltar o fôlego,
Jamais deixarei que caia uma pétala,
Seu perfume exalará
Pela eternidade, e além dela.
ps:dedico essa singela homenagem à senhorita Pâmella Araújo, sem a qual eu estaria menos feliz.
Temos de construir agora.
Se viver não tem sentido,
Mergulhe nos amores.
Encontrei uma flor,
Faço dela minha razão de existir.
Deixei-a brilhar
E ela sorriu para mim.
Enquanto não me faltar o fôlego,
Jamais deixarei que caia uma pétala,
Seu perfume exalará
Pela eternidade, e além dela.
ps:dedico essa singela homenagem à senhorita Pâmella Araújo, sem a qual eu estaria menos feliz.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Espelhos
Não contemples a Lua
Faça melhor,
Vá para junto dela,
Alcance-a.
Busque a luz
E ilumine,
Busque os céus
E voe.
Vire o medo ao avesso,
Transforme-o em esperança,
Pois refletir a fé
É o caminho para a glória.
Olhe para si,
Não lamente os erros,
Recomece o hoje
E faça valer a pena.
Faça melhor,
Vá para junto dela,
Alcance-a.
Busque a luz
E ilumine,
Busque os céus
E voe.
Vire o medo ao avesso,
Transforme-o em esperança,
Pois refletir a fé
É o caminho para a glória.
Olhe para si,
Não lamente os erros,
Recomece o hoje
E faça valer a pena.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Todo o Mel da Flor
Um diamante selvagem
cortejado pelos que não o merecem,
Achará seu destino
Junto às pérolas do mar.
A flor que nasce com espinhos
Não deseja ficar intocada,
Quer que o louco se arrisque
Para a leveza de seu perfume sentir.
Não olhe para trás,
Siga essa flecha sinuosa,
Pois ela há de recompensar
Os que se jogam aos devaneios.
Assim como os tesouros,
Que estão para os grandes navegantes,
Só encontrará seu brilho
Quem por ti se entregar.
cortejado pelos que não o merecem,
Achará seu destino
Junto às pérolas do mar.
A flor que nasce com espinhos
Não deseja ficar intocada,
Quer que o louco se arrisque
Para a leveza de seu perfume sentir.
Não olhe para trás,
Siga essa flecha sinuosa,
Pois ela há de recompensar
Os que se jogam aos devaneios.
Assim como os tesouros,
Que estão para os grandes navegantes,
Só encontrará seu brilho
Quem por ti se entregar.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Héstia
Um sopro, um toque, um choro
Ligeira como uma raposa,
Fugaz como um lampejo,
Chega e vai embora sem dizer adeus.
Antes que a chama se apague,
Antes que a janela se feche,
Ela vem com a brisa tépida
E nos leva a passear.
O espelho não reflete seus olhos,
Com um beijo diz "olá!"
E com um afago clama:
Venha comigo.
E ainda há quem diga
Que encontrá-la é inevitável,
Pois sua voz cálida e terrível
atinge até os mais fortes de espírito.
Ligeira como uma raposa,
Fugaz como um lampejo,
Chega e vai embora sem dizer adeus.
Antes que a chama se apague,
Antes que a janela se feche,
Ela vem com a brisa tépida
E nos leva a passear.
O espelho não reflete seus olhos,
Com um beijo diz "olá!"
E com um afago clama:
Venha comigo.
E ainda há quem diga
Que encontrá-la é inevitável,
Pois sua voz cálida e terrível
atinge até os mais fortes de espírito.
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